Thursday, March 14, 2013

Roma | Corso di Semba, Kizomba, Kuduro & Afro-house - "Kizomba Romana Style"

Group - bordau

"Kizomba Romana Style" 
Semba, Kizomba, Kuduro & Afro-house, Tarraxinha, Cabetula.

Per lezioni private, spettacoli, presentazioni durante le serate.
Seguici: www.facebook.com/kizomba.romana

Roma-Corso-Kizomba-Semba

Kizomba Romana | Afrolatin Nights in Rome – Since 2007

Monday, February 18, 2013

USA & ANGOLA 2013 | Barack Obama e o "mito constituinte" da igualdade entre os cidadãos

Os Estados Unidos, não obstante a crise econômica e social que, lhes lambe até os ossos mais obductos, continuam dando ao mundo excelentes exemplos de formas de viver em democracia.

Numa das suas últimas intervenções, Obama debruçou-se o mito da "IGUALDADE DE OPORTUNIDADES" entre os cidadãos americanos. Um "mito" que dá cor e sabor à ideia de "democracia americana". Um mito sem o qual, os USA não se teriam afirmado como terra onde tudo é possível, onde os sonhos são realizáveis. Em outras palavras: tudo depende do esforço de cada um visto que o "Sistema" foi criado para permitir a ascensão socio-econômica de todos.

Eis uma das passagens significativas do discurso: “We are true to our creed when a little girl born into the bleakest poverty knows that she has the same chance to succeed as anybody else, because she is an American; she is free, and she is equal, not just in the eyes of God but also in our own.”

UM OPORTUNO EXEMPLO PARA ANGOLA. Os problemas devem ser "abertos/porque reconhecidos e chamados por nome", discutidos, com a necessária estrutura de "tese, antítese, síntese/conclusão".

Sabemos que nos USA as oportunidades não são iguais para todos. O mesmo acontece em Angola. Todo o mundo é país. O mérito de Obama e dos Jornais, como o New York Times, consiste no facto de ter aberto o debate sobre o tema em análise; consiste na pesquisa, na busca de dados concretos e possíveis indicações/soluções aos quatro poderes de uma democracia parlamentar.

Em outras palavras, se em Angola as oportunidades continuam sendo restritas, é/o para poucos, urge a abertura de um debate nacional. Por exemplo, o Caso Kilamba. Uma das recentes questões que estão estremecendo a sociedade angolana. Vamos esperar que, quanto antes, as autoridades abram um debate sobre o mérito dos mecanismo de compra dos imóveis. O que depende de quem? De quem são as responsabilidades últimas? Quem responde por qual passagem? Quem controla os gestores? Quem controla os controladores?

A primeira igualdade, é a justiça. Dizia Victor Hugo. O resto são palavras, e como tal, voam com vento.

Cfr. New York Times, artigo de Joseph Stiglitz:  Equal Opportunity, Our National Myth

Via | fpb

Tuesday, January 8, 2013

Kizomba in Italia: storia e personaggi

Kizomba Romana Eventi

In questi giorni, insieme ad alcuni amici di Kizomba Romana, ci siamo trovati a riflettere sulla crescente visibilità che la Kizomba, lo Semba, il Kuduro, l'Afrohouse, la Tarraxinha hanno assunto negli ultimi mesi. Che dire, “Segno dei Tempi? E pensare che qualche anno addietro erano stili relegati a eventi prettamente "etnici", TUTTO CAMBIA, OGGI PIÙ CHE MAI. Finalmente anche l’Italia si è aperta a una grande novità: LA KIZOMBA, e non solo, perché non c’è vera KIZOMBADA senza Kuduro, senza Semba, senza Tarraxinha.

KR | aka KIZOMBA ROMANA EVENTI

"Kizomba Romana Eventi" esiste dal 2007, e sin dalla sua nascita organizza eventi multiculturali, la cui base sono i ritmi del SEMBA PACK (Kizomba, Tarraxinha, Kuduro, ...) mixati con la cultura locale (ita). Questo perché il POPOLO ANGOLANO è, per chiare ragioni storiche, una popolazione multiculturale. La Kizomba, a Roma, si balla da molto tempo. Purtroppo, all’inizio era chiusa in una nicchia, erano eventi comunitari e quindi esclusivamente per iniziati. Pian piano la realtà è cambiata e posso affermare che noi di “Kizomba Romana” abbiamo contribuito assai perché gli italiani potessero conoscere quello che altri popoli europei già conoscevano e amavano.

Dal 2007 abbiamo organizzato feste “KIZOMBADAS”, serate, corsi di balli, tutto per insegnare e/o far conoscere alcuni balli angolani, ma soprattutto la KIZOMBA. Pochi anni fa il vento del cambiamento era lontano. Abbiamo partecipato a eventi di spessore, alcuni organizzati da Movidazouk, altro punto di riferimento dello Zouk a Roma, da Cuba Flow, Da Ritmi Latini 100%, etc. Insomma, tutto s’è fatto, ma non era il momento giusto. ECCO, IL MOMENTO È REALMENTE ARRIVATO.

Nel frattempo c’erano altri che lavorano con lo stesso intento, con altra metodologia in altre parti d’Italia: parlo di Fernando Bumbum (angolano) e Michela Vernati (italiana). Stesso intento, ma strade diverse.  A Roma siamo forti perché esiste una folta comunità angolana, uomini e donne che ballano sin da bambini, grande creatività e molta voglia di vivere. Un vantaggio, che può diventare anche una trappola, col rischio di chiudersi tra chi si sente “più” puro, più bravo, più originale. Fortunatamente non é questo il nostro caso, quello della comunità angolana. Siamo per la festa, ed essa è bella quando più gente partecipa.

LA KIZOMBA IN ITALIA

Nel momento in cui scrivo la mappa della Kizomba è in costante crescita. Oggi esistono comunità di Kizombeiros & Kizombeiras a Roma (Kizomba Romana, rif. David Pacavira & Carlos de Oliveira), Terni (Kizomba Italia, rif. Fernado Dominguez Rodrigues Saluiza & Michela Vernati), Firenze/Toscana (Kizomba Firenze & Toscana, rif. Brinco dos Prazeres e Erika Guerra), Milano (Kizomba Milano, rif. Davide Venturi), Bologna (Kizomba Emilia Romagna e Kizomba Bologna, rif. Franco Attanasio in arte El Puma), Trieste (Kizomba Triestre, Carlo Caponetti (ideatore e realizzatore del “KIFE”), Udine (Kizomba Udine, rif. Peppe San), etc. TUTTO IN MOVIMENTO, PERCHÈ KIZOMBA E’ MOVIMENTO!

LA GIOIA

Carissimi, è per me motivo di grande gioia, notare che la cultura del popolo a cui appartengo sia diventata strumento di unione tra popoli e culture apparentemente inconciliabili. L’augurio è che la Kizomba serva ad unire persone, a creare conoscenze e aumentare l’amore per le culture diverse. E serva all’integrazione, al riconoscimento della presenza qualitativa di altre culture sul territorio.

TRE PAROLE: “SIETE TUTTI BENVENUTI”

Per capire profondamente Aristotele o Kant, i cultori dei rispettivi autori consigliano di studiare le contestuali culture d’appartenenza. Ognuno è frutto del proprio tempo, così come ogni prodotto culturale è figlio nonché parte essenziale del popolo dove nasce e si sviluppa. Lo stesso vale per la Kizomba e non solo. Miei cari, per capire i derivati del Semba Pack, bisogna conoscere la cultura angolana, frequentarla, viverla il quanto possibile. Le scorciatoie spesso producono dei surrogati, quasi sempre deleteri. Conoscere la cultura angolana rientra nei doveri intellettuali degli appassionati, dei cultori, degli insegnanti di Kizomba.

La festa è iniziata, passadas são necessárias!

Facebook: www.facebook.com/kizomba.romana
Sito: www.kizomba-romana.angolaxyami.com/about
Ambasciata dell’Angola in Italia: www.ambasciatangolana.com

Mwagueno.

David Pacavira | Kizomba Romana Eventi

Wednesday, November 28, 2012

Standard Bank 2012: "Angola é uma grande oportunidade de crescimento", Dominick Bruynseels

O Standard Bank quer ter 27 balcões em Angola até Junho de 2013. O presidente do banco para a África Ocidental, Dominick Bruynseels, destaca a importância geográfica do país, que «tem um perfil de crescimento muito grande nos próximos cinco anos».

Qual a importância de África na estratégia geral do Standard Bank?

É muito importante porque o Standard Bank África representa 20% da rentabilidade do grupo, mas estamos a pensar crescer significativamente nos próximos anos. Mudámos a nossa estratégia nos últimos 18 meses para focar os recursos neste continente. Consideramos África como a nossa casa em termos de sectores-chave, nomeadamente as áreas do petróleo e gás, minas e minerais, e noutras indústrias associadas. Temos uma vasta experiência neste domínios, que são fundamentais em Angola.

Qual será a vossa aposta no mercado angolano?

Temos 12 balcões até o momento, com 300 colaboradores, e estamos a pensar expandir até 27 a meio do próximo ano. Queremos ter pontos de caixas electrónicos ligados às agências; brevemente teremos o sistema de internet banking; e outra área importante para nós é o business banking – um sistema voltado para o comércio e para as MPME - Micro Pequenas e Médias Empresas –, além de outras técnicas que vão simplificar as concessões de crédito.

Qual é a relevância dos quatro países da região ocidental _– Angola, Congo, Gana e Nigéria – para o Standard Bank?

Angola ainda dá pouco rendimento, porque o nosso negócio aqui está a desenvolver-se. De momento estamos a investir em balcões e nos recursos humanos. Temos localmente como parceiro a seguradora AAA, que detém 49% das acções do Standard Bank de Angola, e estamos muito satisfeitos com esta colaboração. Penso que o balcão no edifício Lenin, recentemente inaugurado na sede da AAA, é um bom exemplo da parceria entre as nossas duas instituições. Isso permite-nos também uma movimentação mais rápida em termos de abertura de novas agências e, obviamente, dá-nos outro traquejo.

O que pode significar Angola para o Standard Bank?

Primeiramente pode representar uma grande oportunidade de crescimento para o grupo, pelo facto de ser um país que está a crescer de forma significativa. Mas queremos crescer sustentadamente e de acordo com os princípios de governação que o grupo Standard Bank segue, com as melhores práticas bancárias. O destaque vai para as minas e mineração, petróleo e gás, business banking e MPME.

Em que países o Standard Bank tem melhores resultados?

Penso que isso depende de diversos factores, o tempo em que o banco está implementado num país é um deles. A curto prazo gostaríamos de ser maiores e tirar maiores proventos na Nigéria. Temos também um negócio promissor em Angola, mas ao contrário da Nigéria, que tem 150 milhões de habitantes, a escala é menor. Mas Angola é um país atractivo.

O Standard Bank é uma instituição global, como tem sido o crescimento em Angola e internacional?

Começámos na África do Sul, em Port Elizabeth. Comemorámos a 15 de Novembro 150 anos de existência. Na génese do banco as pessoas não imaginavam que fossemos chegar a este patamar, quanto a Angola tenho esta mesma sensação. Começámos o nosso negócio projectando cerca de 27 balcões e estou convencido de que vamos encontrar um ambiente rentável, para repetir o sucesso que temos tido em África. A expectativa é que Angola seja um êxito dentro de 50 anos. No resto do continente estamos representados em 18 países. Mas também temos presença nas principais praças financeiras do mundo, como Londres, Reino Unido; em Pequim e Hong Kong, na China – especialmente devido ao ICBC (Industrial and Commercial Bank of China) que detém 20% do Standard Bank –; em São Paulo, no Brasil; no Dubai, Emirados Árabes Unidos; em Nova Iorque, nos EUA. Tudo para atrair os principais investidores ao continente africano.

Angola pode ser uma porta para o desenvolvimento na região Austral?

Angola pode certamente ser uma das portas para África por razões logísticas. É por isso que os responsáveis do país estão a reactivar os caminhos-de-ferro em quase todo território. É muito importante fazer com que as vias ferroviárias cheguem à República Democrática do Congo, ao Congo e aos outros países da região. Angola é, de facto, uma porta para o desenvolvimento na África Central.

O país pode já comparar-se com outros Estados africanos?

Tem um perfil muito grande de crescimento nos próximos cinco anos, mas com grande dependência das receitas petrolíferas. O mais importante para a criação de empregos é que a economia se diversifique. E aí entramos nós com o business banking, por ser um sistema que envolve investidores que podem aplicar de 1 a 100 milhões de dólares e fomentar a criação de empregos. Em relação aos outros países do continente, Angola tem um futuro saudável. Está politicamente estável, a economia cresce e foi anunciado recentemente o FSDEA - Fundo Soberano para o Desenvolvimento, de 5 mil milhões de dólares.

Friday, November 2, 2012

ANGOLA 2012: All about Angola's new $5-billion sovereign wealth fund, the Fundo Soberano de Angola

Tipped as a potential successor to his father, Jose Filomeno de Sousa dos Santos, also known as Zen, has kept out of the limelight until now.

ANGOLA 2012: Oil-rich Angola bids to secure future with $5bn wealth fund

José Filomeno de Sousa dos Santos (Zenú)
Last month the 34-year-old was formally named as one of three board members of Angola's new $5-billion sovereign wealth fund, the Fundo Soberano de Angola.

Some Angolans have questioned how Zenú got his job at the fund, which has no oversight from Parliament.

Zenú has strongly denied the allegations of nepotism and says he has the experience to work at the fund.

In recent weeks he has resigned from his board position at Angolan bank Banco Kwanza Invest, which he co-owns with his friend and business mentor, Jean-Claude Bastos de Morais. He has said he is selling his shares in the bank.

Swiss-Angolan Bastos de Morais is president of the advisory board of the Swiss-based Quantum Global Wealth Management, which the wealth fund has appointed as its liquid asset manager.

According to Swiss registry documents, Quantum Global, the wealth management company's parent, is owned by a former president of the German Federal Bank, Ernst Welteke, who is the chairperson of Banco Kwanza Invest in Angola.

 Jose Filomeno de Sousa dos Santos, also known as ZenLaptop for schools
Since joining the fund, Zenú has also resigned from the board of the African Innovation Foundation, which was founded by Bastos de Morais. Based in Switzerland, the foundation has a remit to promote innovation and social development. It has funded a "laptop for schools" programme in the country's capital, Luanda, and sponsored an anti-money-laundering conference.

Zenú is the son of Filomena de Sousa, who was working at the foreign ministry when his father, President José Eduardo dos Santos, was the first foreign minister after independence from Portugal in 1975. In the early 1990s his mother was transferred to an Angolan embassy in Switzerland, taking Zenú with her. She later moved to the embassy in London, where Zenú did a master's degree in information management and finance at Westminster University.

Zenú's appointment to the wealth fund is his first formal public role. Previously, he held positions at the insurance outfit AAA, part of Angola's powerful state oil company Sonango, and local private transport operator Tura. Prior to that he worked in London for global commodity trader Glencore, although it is not known in what capacity.

It has been reported that Zenú, who is married with three children, had a senior role at China Sonangol, an opaque joint venture between Sonangol and the controversial Hong Kong-based China International Fund. Through his position at China Sonangol Zenú was also reported to have been working with the presidency as an "engineer", planning Luanda's new airport, which is under construction at a China International Fund site, about 40km outside the city centre.

In an interview last month with the Mail & Guardian Zenú denied he had ever worked for China Sonangol or that he was involved in the airport project. He also scotched rumours that he had shares in Movicel, one of Angola's two cellphone operators, which was privatised without public tender in 2009 and to which his sister, Tchize, is also reportedly linked.

"I don't even own a Movicel phone," he said.

Isabel José dos Santos
Dos Santos's first-born, Isabel – often dubbed the richest woman in Africa – is an engineering graduate who has been cited by several magazines as one of the most powerful business figures in Portugal, where she has major stakes in banks, telecoms, television, energy and retail operations.

In Angola she owns restaurants, casinos, cement plants and real estate projects, as well as the country's main cellphone operator, Unitel.

Through her company Sonae she is launching the Continente supermarket chain in Angola. Last month it was reported that she had bought Cape Verde's mobile operator T+ and her reach extends into Mozambique through her shares in Portuguese satellite television company ZON, which also operates in Angola as ZAP.

The London-educated Isabel, who is sometimes dubbed "the princess", has shares in several high-street Angolan banks, including BIC and BESA, plus several board memberships. She is reported to be linked financially to the country's diamond-selling monopoly, Ascorp, which was set up by an Israeli-Russian consortium in the late 1980s.

Her joint-venture business partners include Americo Amorim (claimed to be Portugal's richest man), Sonangol and several senior Angolan generals.

Born in 1973 to Russian Tatiana Kukanova (whom Dos Santos met while he was studying in the former USSR), Isabel married wealthy Congolese businessman and art collector Sindika Dokolo in 2003. Dokolo is the son of Kinshasa millionaire Sanu Dokolo and his art movement, the Sindika Dokolo Foundation – which claims to hold Africa's largest collection of contemporary art – runs the respected Trienal de Luanda exhibition and sponsors most other arts events in the country.

Isabel, who has several children, divides her time between Luanda, Lisbon and Johannesburg, but she is rarely seen in public and avoids the media spotlight. She is the patron of the Angolan Red Cross.

Welwitschia José dos Santos Pego (Tchizé)
Tchizé, who was educated in the United States, has a wide range of business interests, including television, advertising and reportedly diamonds and cellphones. She is president of the Benfica de Luanda football club.

She is best known for her management role at TPA 2, the second channel of state broadcaster Televisão Publica de Angola. Her company, West Side Investments, which she owns with younger brother José Paulino dos Santos (Zedú), appeared to be handed control of the popular youth channel in 2009 without any form of public tender, although the details remain sketchy.

The 35-year-old and her brother also own and run Semba Comunicação, which is the production company behind many of the programmes and much of the advertising on TPA 2. According to the national budget, it was paid $17-million to produce an advertisement about Angola for international broadcaster CNN.

Tchizé is also the executive director of the country's most-read glossy gossip and society magazine, Caras, and founder of a similar publication, called Revista Tropical.

She is the daughter of Maria Luìsa de Abrantes, who heads Angola's overseas investment agency, ANIP. Tchizé is married to Portuguese businessman Hugo Andre Nobre Pego and they have several children.

According to reports by Angolan investigative journalist Rafael Marques, Tchizé holds a number of stakes in Angolan diamond concessions and was given a 10% cut in a joint venture that was due to open a Volkswagen factory in Angola, although that deal later fell through.

Tchizé was elected as an MPLA MP in 2008 but she later resigned from the position over claims that it was incompatible with her role at the television station. She was re-elected as an MP in the 2012 election but is unlikely to take up her seat in Parliament.

José Eduardo Paulino dos Santos (Zedú or Coreon Dú)
José Eduardo Paulino dos Santos is known as "Zedú" (the president is also called Zedú – short for José Eduardo) or by his stage name Coreon Dú. He is a respected singer and performer and runs Semba Comunicação with his sister Tchize, producing television and advertising for popular youth television channel TPA 2. His mother, Maria Luìsa Abrantes, is also reported to be a shareholder in the company.

Coreon Du was the brains behind the popular reality-style dance competition programme Bounce and he is running Os Kuduristas, a roadshow programme promoting Angola's unique kuduro style of rapping and dancing. He is the only one of the four older siblings (the president has several other children) who has a Twitter account, but he uses it to share information about his music projects and never talks politics.

Via|Mail Guardian

Wednesday, October 24, 2012

Portugal 2o12: Banco BIC Portugal não espera devolver créditos do BPN ao Estado

A economia portuguesa sem AngolaO Banco BIC Portugal não deverá devolver ao Estado parte dos créditos do BPN que tem em carteira, como permite o contrato assinado em Março, disse Mira Amaral.

"Até ao momento, a carteira de crédito seleccionada não se comportou de molde a esgotar as provisões constituídas e antecipamos que, até ao dia 09 de Dezembro, tal seja pouco provável", afirmou Mira Amaral, presidente do Banco BIC Portugal, à Lusa.

O Governo concluiu no final de Março a venda do BPN ao BIC por 40 milhões de euros, tendo a instituição liderada por Mira Amaral seleccionado a carteira de crédito entre as várias instituições do universo do banco nacionalizado em 2008.

Segundo o contrato, o banco pode, até 09 de Dezembro deste ano, devolver crédito em incumprimento ao Estado, caso este super o valor coberto pelas provisões que o BIC efectuou.

"Temos uma carteira de crédito coberta por provisões que consideramos adequadas. Mas, num caso extremo em que se esgote as provisões inicialmente constituídas, temos a possibilidade de vender crédito em incumprimento com um desconto equivalente ao rácio 'core tier 1' de cerca de 16%", explicou em Março o vice-presidente do BIC, Jaime Pereira.

Na mesma altura, o responsável disse que a carteira de crédito foi "muito seleccionada", mas adiantou que não é "isenta de risco".

De acordo com a informação agora prestada à Lusa por Mira Amaral, tal não deverá acontecer, já que o crédito em incumprimento não deverá esgotar as provisões existentes.

Grécia deverá ter mais dois anos para cumprir programa de ajustamento.

A Grécia vai ter mais dois anos, até 2016, para cumprir o programa de ajustamento financeiro negociado com a 'troika' da União Europeia e do FMI, noticia hoje o matutino alemão Sueddeutsche Zeitung.
Os prazos para o governo em Atenas baixar o défice orçamental para três por cento e para implementar reformas estruturais no mercado de trabalho e no sector energético, bem como a privatização de empresas e bens públicos, deverão ser prolongados, adianta o mesmo jornal, citando fontes comunitárias.
O primeiro-ministro grego, Antonis Samaras, poderá também contar com a transferência da próxima tranche de 32.000 milhões de euros do resgate concedido ao seu país, revela o jornal de referência de Munique.
Não está ainda claro, no entanto, como é que deverão ser supridas em 2013 e 2014 as lacunas no financiamento a Atenas resultantes do prolongamento do prazo do programa de resgate de 2014 para 2016.
Calcula-se que, devido a esta prorrogação, nos próximos dois anos Atenas necessitará de ajudas adicionais dos credores internacionais da ordem dos 15.000 a 18.000 milhões de euros.
Após a alteração do programa, até finais de 2015 a Grécia deverá obter 8.800 milhões de euros com a venda de empresas públicas, em vez dos 19.000 milhões que estavam orçamentados, diz o Sueddeutsche Zeitung.
O jornal teve acesso ao novo memorando de entendimento a divulgar em breve pela 'troika' (União Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional) e pelo executivo helénico.
Os parceiros europeus aprovaram a prorrogação do prazo por terem constatado que a Grécia está disposta a aplicar as reformas negociadas e porque os acrescidos problemas financeiros deste país da Zona Euro decorrem da profunda recessão que o afecta e não tanto de erros políticos, sublinha o matutino alemão.
Além disso, uma saída da Grécia do euro, defendida por alguns analistas, seria demasiado arriscada, segundo as fontes consultadas pelo Sueddeutsche Zeitung.
O Governo alemão recusou-se a comentar a notícia de que a Grécia terá mais dois anos para recuperar a sua economia, reiterando que só assumirá uma posição oficial depois de conhecido o relatório a publicar pela 'troika', que nos últimos meses tem estado em Atenas a analisar as contas helénicas.
Jörg Asmussen, membro do conselho executivo do Banco Central Europeu (BCE), negou, no entanto, que já haja um acordo definitivo com o governo grego para dar mais tempo à Grécia para cumprir o programa de ajustamento.
"Também li isso. Não há até agora um acordo definitivo da 'troika' com o governo grego. Há progressos em Atenas, mas ainda não estamos nesse ponto", disse Asmussen à estação pública alemã de televisão ARD.
Asmussen admitiu, porém, que um alargamento do prazo concedido à Grécia implicará a concessão de novas ajudas financeiras ao país.
"Se adiamos os objectivos orçamentais em dois anos, isso significa também [a concessão] de mais ajudas financeiras por parte dos parceiros europeus de Atenas para compensar os défices esperados em 2014 e 2015", disse.