Wednesday, February 15, 2012

New Economy 2012: China IP dispute threatens iPad exports

Apple’s long-running dispute over the iPad trademark in China could threaten global shipments of the popular tablet as the company which registered the trademark in the country is seeking an export ban from Chinese customs.

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Proview Technology (Shenzhen), a struggling Taiwanese-owned electronics company in southern China, is asking the customs administration to seize iPads passing through Chinese ports for import or export, its lawyers said on Tuesday. The move raises pressure ahead of Proview Shenzhen and Apple’s latest round of negotiations this week aimed at settling the dispute.
It also highlights the risks for multinationals producing in China for the world market as Chinese law allows plaintiffs in intellectual property disputes to mobilise customs against the defendant.
“This is one of the most effective tools in intellectual property disputes in China,” said Kenny Wong, head of the IP practice at Mayer Brown JSM, the law firm. “Once you complain to customs, they have to act provided you have recorded your rights with them. With a Rmb100,000 [$15,900] bond, you can hold millions of dollars in goods.”
China’s official trademark database shows that Proview Shenzhen registered the iPad trademark in China as early as 2000. In 2006, Apple bought the iPad trademark for several markets, including the European Union, from Proview Taiwan, another affiliate of Proview International, the groups’ Hong Kong-listed holding company. Only after Apple started selling the iPad in China did it realize Proview Shenzhen’s claim to the trademark there.
In December, a Shenzhen court rejected Apple’s request to have the China trademark transferred to its name, a ruling that Apple has appealed against.
According to legal experts, it normally takes up to a month to record a patent or trademark with customs. After it is recorded, customs will seize shipments from a sender other than the rights holder if it discovers them during random checks. Rights holders achieve more regular shipment blockages if they tip off customs on incoming shipments.
When goods are seized under this procedure, a court has to decide on the infringement claims, but customs can fine the defendant and the shipments remain blocked for the duration of the court case.
In 2006, Hitachi was forced to stop using a hard disk trademark because a Chinese rival that owned the trademark had blocked the Japanese firm’s shipments through customs.
“Multinationals frequently use this against counterfeiters, but it is also being used by Chinese companies against foreign firms,” said Li Yongbo, an IP expert with Jijia, a Beijing law firm. He said many foreign companies failed to register trademarks in China because they were not aware that this mattered for exports as well.
“Apple appears not to have done its due diligence properly in this case,” said Mr Wong. “Of course they are well-known and everyone now knows the iPad name in connection with them, but in this case, the trademark is owned by somebody else. They can’t keep selling under a trademark that they don’t own.”
Apple said that it bought Proview’s worldwide rights to the iPad trademark in 10 different countries several years ago. “Proview refuses to honour their agreement with Apple in China and a Hong Kong court has sided with Apple in this matter. Our case is still pending in mainland China,” it said.
A customs spokesman declined to comment.

By Kathrin Hille in Beijing
Email ftsales.support@ft.com to buy additional rights. http://www.ft.com/

Wednesday, February 1, 2012

Governo disponibiliza USD 1.6 biliões para empresários angolanos

 

pais168_lr_11[1]Luanda - Uma Linha de Crédito Bonificado para apoio aos empresários nacionais com um montante de um bilião e 600 milhões de dólares foi criado este ano pelo Executivo angolano, no âmbito do seu programa de desenvolvimento das micro, pequenas e médias empresas.

Essa é para já a nota dominante das conclusões finais do encontro entre o MPLA, representado ao mais alto nível pelo seu presidente José Eduardo dos Santos e a classe empresarial angolana, de Cabinda ao Cunene, Quinta-feira, 26, realizada em Luanda.

Com o mesmo propósito, o MPLA, partido no poder, orientou o Executivo angolano a proceder também ao lançamento de um Fundo de Garantia para os empréstimos com um montante estimado em 1.2 biliões de dólares.

Perante a presença de 450 convidados, entre os quais 300 empresários angolanos de todas as matrizes, em representação de todo o país, deu-se a conhecer o projecto de revitalização do Instituto Nacional de Apoio às Pequenas e Médias Empresas (INAPEM) e a criação de um sistema de incubação de empresas, programa que poderá ser implementado entre os meses de Julho a Setembro do corrente ano.

No encontro, o ministro da Economia, Abraão Gourgel apresentou o programa de desenvolvimento das micro, pequenas e médias empresas e disse que dois por cento das empresas angolanas são exportadoras e dessas, 70% produzem com base em imputs de matérias-primas e acessórios importados.

Segundo Abraão Gourgel, essa situação dá a Angola um perfil de uma economia muito assente na importação e isso justifica a posição do Executivo em proceder a uma rápida alteração da nossa economia.

Por seu turno, o ministro das Finanças, Carlos Alberto Lopes, deu a conhecer o decreto presidencial sobre o processo de regularização dos atrasados da dívida pública interna decorrente da execução do Orçamento Geral do Estado.

Carlos Alberto Lopes falou sobre os atrasados contraídos durante o conflito armado, no período de 1992 a 2002, os atrasados constituídos durante o período de 2008 a 2009.

Incluiu também informação relativa às dívidas referentes à execução dos Programas de Investimentos Públicos.

Os empresários tomaram também conhecimento das dívidas com os bancos comerciais, aquelas referentes ao fornecimento de bens e serviços aos órgãos de defesa e segurança, bem como a dívida relacionada com o Campeonato Africano das Nações realizado em Angola, em 2010.

À porta fechada e com a duração de aproximadamente seis horas de discussões, o encontro constituiu uma oportunidade para que os empresários presentes apresentassem as suas opiniões, críticas e sugestões sobre a visão do MPLA em relação ao fomento do empresariado angolano, bem como a discussão de medidas concretas para o seu desenvolvimento imediato.

 

FRACA ATENÇÃO AO EMPRESARIADO

Para amenizar o clima, o presidente do MPLA, José Eduardo dos Santos, tratou logo de reconhecer que ao longo de todo esse tempo “nem sempre foi prestada grande atenção ao sector privado e, particularmente, ao sector privado nacional”.

Esse gesto humilde de José Eduardo dos Santos em reconhecer esse distanciamento do seu Executivo fez com que os empresários presentes recomendassem, e isso ficou expresso no comunicado final, a necessidade de se empreender a nível das estruturas governamentais uma mudança de políticas e de atitudes no tratamento das questões relacionadas com o apoio ao empresariado angolano.

A par da reabilitação e do desenvolvimento das infra-estruturas, os empresários encorajaram o Executivo a prosseguir com os esforços de montagem de linhas de crédito de financiamento à execução por empresários angolanos de empreitadas de obras públicas.

À semelhança dos apoios que as empresas estrangeiras que actuam no país recebem dos seus governos, os empresários angolanos exigiram um tratamento igual para que as suas empresas se apresentem em condições de igualdade competitiva.

O MPLA e o seu Executivo foram instados a envidar esforços para que a acção do Banco de Desenvolvimento de Angola (BDA) e do INAPEM se façam sentir em todo o país, fazendo com que os financiamentos ao sector produtivo e as actividades de formação do empresariado nacional sejam uma realidade.

 

PRESENÇA DO SECTOR PRIVADO

No que diz respeito ao investimento público, José Eduardo dos Santos disse que

Executivo elegeu este iten como alavanca ao desenvolvimento, augurando, por isso, aumentar a participação do sector privado e aumentando a sua responsabilidade na estratégia do MPLA e do Executivo para a edificação da economia de mercado.

Perante todos os membros do Bureau Político, deputados e primeiros secretários dos comités provinciais do MPLA, o líder do partido maioritário disse que o Executivo está apostado em aumentar a participação do sector privado na economia nacional e, paulatinamente, transformá-la em motor desta área vital do desenvolvimento do país.

Segundo José Eduardo dos Santos, apesar do investimento público e da presença do Estado, há uma grande responsabilidade do sector privado na estratégia do MPLA e do Governo para a edificação da economia de mercado.

 

REAJUSTAMENTOS DOS INSTRUMENTOS

Na sua intervenção, o presidente do MPLA deu a conhecer que estão a ser finalizados os documentos que vão orientar a actividade do sector privado na economia e, neste quadro, anunciou que estão previstos reajustamentos aos instrumentos de implementação dessas políticas.

Sob a orientação do seu partido, o presidente do MPLA referiu que é está política que o Executivo angolano tem seguido até aqui para apoiar o sector empresarial privado e para promover o desenvolvimento da economia real e do sector de produção de bens e serviços.

Por isso, referiu, se achou oportuno proceder-se a auscultação dos empresários, porque pretende-se reajustar a política empresarial, os instrumentos de investimentos privados, como de legislação e métodos, para garantir a implementação da Lei das Micro, Pequenas e Médias empresas.

“Importamos quase tudo e temos que importar, porque afinal realizamos investimentos de grande vulto no sector público, também as empresas privadas vão realizando investimentos, criam empregos, pagam salários, aumentam a procura global que tem que ser satisfeita por uma adequada oferta de bens e serviços”, asseverou.

O Presidente José Eduardo dos Santos referiu que pretende-se evitar que essa oferta de bens e serviços seja feita, fundamentalmente, a partir de mercado externo.

“Podemos criar capacidades locais, tendo um sector empresarial privado dinâmico e cada vez mais capacitado e que nalgumas áreas vá substituir o Estado na produção”.

 

DÍVIDAS ESTÃO A SER PAGAS

Dois biliões e 653 milhões de dólares norte-americanos é o valor da dívida paga pelo Estado angolano, no período entre 2003 e 2010, a credores internos e externos, informou o ministro das Finanças, Carlos Lopes no encontro com os empresários nacionais.

Segundo o ministro das Finanças, em 2003 foram pagos 380 milhões de dólares, em 2004, USD 271 milhões, 2005, USD 354 milhões, no ano de 2006, USD 363 milhões, em 2007, USD 444 milhões, 2008, USD 513 milhões, em 2009, USD 259 milhões e em 2010, USD 69 milhões.

O titular das Finanças disse que o pagamento pelo Estado angolano da dívida atrasada aos empresários nacionais e estrangeiros foi feito através da emissão de Obrigações de Tesouro. Ainda sobre as Obrigações do Tesouro, o ministro das Finanças disse que do total emitido, foram resgatados, até Dezembro de 2011, aproximadamente títulos no valor de dois mil milhões de dólares norte-americanos.

De acordo com Carlos Alberto Lopes, o Estado recorreu ao endividamento para pagar os seus credores por via de emissão de títulos e até Dezembro de 2011 já devolveu o dinheiro por via de resgate dos títulos.

“Com isso o stock desses títulos, medidos até 31 de Dezembro de 2011, situam-se em USD 644 milhões e o Estado pagou pela emissão juros no valor de 325 milhões de dólares norte-americanos”, referiu o governante, salientando que esses são os esforços financeiros feitos pelo Estado angolano para regularizar a dívida de 2003 a 2010.

Nas conclusões finais do encontro, os empresários nacionais exortaram o Executivo a continuar a dar um tratamento equitativo aos membros da classe na regularização dos atrasados da dívida pública interna, de modo a não discriminar e capacitar cada vez mais do ponto de vista financeiro as empresas nacionais.

Ainda assim, encorajaram o Executivo a reforçar as acções no domínio do ensino técnico profissional com vista ao aumento da capacidade técnica e tecnológica da força de trabalho angolana, sobretudo os jovens e mulheres, permitindo com isso o aumento do emprego.

 

MPLA reconhece incapacidade  do empresariado nacional

pais168_lr_14[2]O secretário do Bureau Político do MPLA para a Política Económica e Social, Manuel Nunes Júnior, reconheceu em Luanda, que, por razões históricas, os empresários angolanos são ainda insuficientes quer em quantidade, quer em qualidade para levar a cabo as tarefas inerentes ao desenvolvimento da economia de mercado de Angola.

O político referiu que, como o peso do sector privado na economia de Angola ainda não é significativo, o grosso da riqueza nacional está associada ao sector público, que deste modo é o principal investidor e consumidor da economia angolana.

“Sendo o Estado criador da riqueza e o principal consumidor, é natural esperar que ele desempenhe um papel de principal agente catalisador do processo de criação, crescimento e de desenvolvimento do empresariado nacional.” Disse tratar-se de um processo que os países mais desenvolvidos levaram a cabo a quatro ou cinco séculos atrás e que Angola, por razões históricas, só levará a cabo agora no século XXI , num ambiente político, económico e social, completamente diferente do prevalecente naquela altura.

“Estamos perante uma tarefa de enorme alcance estratégico, teremos de a conduzir com muito cuidado e também sabedoria para impedir que aqueles que sempre apostaram na força das armas, ou por outros meios, na nossa destruição como Estado, e que fracassaram, consigam agora concretizar os seus intentos pela via económica”, afirmou.

Manuel Nunes assegurou que o MPLA está consciente do seu papel em todo este processo e tem desenvolvido várias acções no sentido da afirmação e desenvolvimento do sector privado e do empresariado nacional.

Via | O País

Thursday, January 26, 2012

Crisi Ue: Angela Merkel, la mia visione è l’unione politica

Angela Merkel per Ecumene24Roma 25/01 - "La mia visione" per l'Europa è "l'Unione politica", "passo dopo passo dobbiamo avvicinarci in ogni settore politico", perché' "ci accorgiamo sempre più che ogni tema affrontato ai nostri confini interessa anche noi e viceversa. L'Europa è politica interna".

Lo ha dichiarato Angela Merkel, cancelliere tedesco, in un'intervista concessa al quotidiano La Stampa e ad altre cinque testate giornalistiche europee nell'ambito dello speciale "Europa". Merkel ha avvertito che "non abbiamo ancora superato la crisi", sulla quale pesano sia le difficoltà generali come "l'estremo indebitamento di alcuni Paesi", che spesso si accompagna a "un'alta disoccupazione e a problemi strutturali", sia ai casi speciali, come la Grecia, "dove ne' i greci stessi e neppure la Comunità internazionale sono riusciti ancora a stabilizzare la situazione".

L'Europa deve quindi "tranquillizzare" i mercati e riconquistarne la fiducia, ha osservato il cancelliere spiegando che il Vecchio Continente ha bisogno di "più crescita e più occupazione", che possono essere raggiunte anche attraverso "i fondi europei, nei quali c'è ancora denaro non utilizzato". Tuttavia, Merkel ha ribadito che "nella crisi attuale gli Eurobond non sono una soluzione", precisando che "si potrà riflettere su una maggiore responsabilità in comune solo quando l'Europa avrà raggiunto un'integrazione molto più profonda".

Il cancelliere tedesco ha poi lanciato segnali di ottimismo, affermando che "l'Europa uscirà dalla crisi molto, molto più forte di prima", a patto tuttavia che si tragga insegnamento "da tutti gli errori e da tutte le omissioni" del passato. "Troppo spesso non abbiamo rispettato le regole che ci eravamo dati noi stessi, come il Patto di stabilità", ha infatti ricordato Merkel.

Infine, il cancelliere ha ricordato che Berlino è "solidale", ma non può nemmeno dimenticare "la responsabilità" che ogni Paese ha nei confronti dell'altro. "Non ha senso promettere sempre più soldi, senza combattere contro le cause della crisi", ha notato Merkel spiegando che quindi la Germania darà il suo aiuto, ma "sulla base dei trattati dell'Unione europea, che dicono con grande chiarezza che nessun Paese può farsi carico dei debiti dell'altro".

E24 & Newswires

Tuesday, January 24, 2012

USA vs Iran - Sanctions dodge: India to pay gold for Iran oil, China may follow

India has reportedly agreed to pay Tehran in gold for the oil it buys, in a move aimed at protecting Delhi from US-sanctions targeting countries who trade with Iran. China, another buyer of Iranian oil, may follow Delhi’s lead.

The report, by the Israeli-based news website DEBKAfile, states that Iran and India are negotiating backup alternatives with China and Russia, should the US and EU find a way to block the gold payment mechanism.

Delhi’s move is seen as surprising, as earlier India and Iran said they would switch to yen and rupees. China, another major importer of Iranian oil, may follow Delhi’s lead, the report adds.

India and China need to switch from the dollar in bilateral trade, since the US and EU have issued unilateral sanctions against the Iranian oil industry and financial institutions. The sanctions would ban any bank involved in oil trade with Iran from dealing with American and European counterparts.

Both India and China, two major buyers of Iranian oil accounting for 22 and 13 percent of its total export respectively, have refused to join such sanctions. This means they have to establish a reliable way of paying for crude, independently of the parts of the global financial system controlled by New York and London.

Delhi’s current plan is to effect payments through two state-owned banks, India’s UCO Bank and Turkey’s Halk Bankasi, Turkey being another country refusing to join the sanction spree.

The US issued sanctions against Iran in December, aiming to put pressure on the Islamic Republic and make its controversial nuclear program more transparent. The EU joined the initiative on Monday, banning new oil contracts with Iran, but allowing current ones to be fulfilled.

Australia on Tuesday became the latest country to voice plans for such an embargo, although the move would be more symbolic than practical, considering the country’s small share in Iran’s oil export.

Japan and South Korea, two other major buyers of Iranian crude, are in talks with Washington over the issue, although both Seoul and Tokyo are worried that stopping their imports could hurt their economies.

Iran, which is highly dependent on its sales of oil, is reacting to the sanction campaign nervously. Tehran says it will not yield to pressure, and threatens to block the Strait of Hormuz, a key oil tanker route in the Persian Gulf.

A presto

Haki

Via | flipsideoftheeconomy

Wednesday, January 18, 2012

SAVE THE INTERNET– About PIPA, the Protect-IP Act - Learn about these destructive bills.

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Thanks to action by a broad and bipartisan coalition of Internet users, companies, and organizations, the U.S. House of Representatives has now put the brakes on SOPA, a well-intentioned but deeply flawed bill that would use Internet censorship to combat overseas copyright infringement. Even President Obama's White House has joined the opposition.

But nevertheless, the Senate is continuing to move forward — and fast — with its equally dangerous version of the bill, called PIPA, the Protect-IP Act. As written, PIPA would import censorship and surveillance techniques pioneered by countries like China and Iran, reversing longstanding U.S. policy on Internet freedom, betraying U.S. First Amendment values, damaging our standing around the world, threatening our job-creating innovators, and undermining Internet security for everyone.

Today is a day for action across the Internet. Learn about these destructive bills. Tell your Senator what you think. Congress needs to hear from you.

Read More: EFF, CDT, Future of Music Coalition, Heritage Foundation, Stop American Censorship, ReadWriteWeb

Thursday, January 12, 2012

Cuba abre portas ao investimento angolano; acordo entre a Sonangol e a Cupet (empresa petrolífera cubana)

A experiência angolana é um feito histórico que anima e dá confiança aos cubanos para enfrentarem as mudanças em Cuba, afirmou o embaixador cubano, Pedro Ross Leal, em Luanda, para quem Angola é um parceiro privilegiado para investir nos sectores público e privado do seu país.
“Estamos na disposição de continuar a ampliar a cooperação até ao máximo das nossas possibilidades e capacidades, além de partilhar e transferir para os nossos irmãos angolanos o conhecimento acumulado, no domínio da ciência e da técnica, que Cuba possui”, asseverou o diplomata, discursando no acto alusivo ao 53º aniversário do triunfo da Revolução Cubana, assinalado a 1 de Janeiro.
Pedro Ross Leal adiantou que Cuba está a receber investimentos angolanos em importantes sectores da economia. Como exemplo, referiu que foi recentemente rubricado um acordo entre a Sonangol e a Cupet (empresa petrolífera cubana) para a exploração de petróleo em dois blocos da zona económica do Golfo do México, pertencente a Cuba.
O diplomata frisou que o seu país sente a “solidariedade e o apoio generoso e decidido de Angola na arena internacional, principalmente em relação à luta para pôr termo ao bloqueio desumano” imposto a este país das Caraíbas há mais de 50 anos.
“Se num momento difícil de Angola, Cuba correspondeu ao pedido do Governo e do MPLA, hoje, que Cuba enfrenta a agressão e o bloqueio, Angola, o seu Governo e o MPLA, responderam à nossa solicitação”, realçou. Ao intervir na cerimónia, o ministro dos Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria, Kundi Paihama, reiterou que a solidariedade de Angola para com Cuba é efectiva em todos os sentidos.
“Aproveito para felicitar os nossos irmãos cubanos por esta data que a nós diz muita coisa, particularmente sobre a ajuda que Cuba deu a Angola para a consolidação e confirmação da nossa independência”, frisou.
“Não temos espírito expansionista, só queremos defender o que é nosso, garantir que a nossa solidariedade é efectiva e que não vamos recuar perante quaisquer ameaças”, acrescentou. Angola tem um legado histórico deixado pelo primeiro Presidente da República, Agostinho Neto, segundo o qual “Angola é e será, por vontade própria, trincheira firme da revolução em África”, salientou Kundi Paihama.

O ministro manifestou-se, igualmente, solidário com a causa dos cinco cidadãos cubanos presos nos Estados Unidos há mais de 13 anos, juntando a sua voz aos apelos que têm sido lançados ao Presidente Barack Obama para a libertação imediata destes combatentes.
Cooperação na defesa
O ministro da Defesa Nacional, Cândido Pereira Van-Dúnem, considerou que a comemoração do 53º aniversário da Revolução Cubana constitui a consolidação da relação existente entre Angola e Cuba.
“A relação que une Angola e Cuba é de longa data, vem desde os primórdios da revolução angolana iniciada com a luta de Libertação Nacional, e é a consolidação da amizade entre os nossos dois partidos (Partido Comunista de Cuba e MPLA) e, acima de tudo, entre os povos de ambos os países “, asseverou.
Questionado sobre a contribuição de Cuba para o programa de modernização das Forças Armadas Angolanas, disse que existe uma cooperação com os cubanos desde há longos anos, que tem sido adequada em função das necessidades que vão surgindo.
“No processo de modernização das Forças Armadas Angolanas temos procurado os apoios que achamos necessários entre os nossos parceiros tradicionais e Cuba enquadra-se nesta lista”, referiu.
O ministro disse que Angola continua a formar quadros no domínio militar e, consequentemente, a receber especialistas cubanos que estão a trabalhar em determinadas esferas.
Exemplo de solidariedade
Numa cerimónia assistida por deputados, membros do corpo diplomático acreditado em Angola, entre outras personalidades, o governador de Luanda sublinhou a solidariedade do povo cubano. “Hoje, Cuba é um país em transformação, evoluindo cada vez mais e, inclusive, continua a ajudar muitos povos com os seus técnicos. Angola continua a beneficiar da cooperação e ajuda desse país”, realçou.

Via | JA

President Obama Calls for Tax Breaks to Return Jobs From Abroad By MARK LANDLER

WASHINGTON — President Obama said on Wednesday that he would propose tax incentives for companies to bring home manufacturing jobs they had moved overseas, and curtail tax breaks for those that keep relocating jobs abroad.

Flanked by executives from the aerospace, chemical and furniture industries — all of whom are building or expanding factories in the United States — Mr. Obama declared that the nation was beginning to see the reversal of a long-term trend toward outsourcing. He called the new trend, perhaps inevitably, “insourcing.”

“We’re at a unique moment, an inflection point, a period where we’ve got the opportunity for those jobs to come back,” Mr. Obama said in the White House, after meeting with the executives. The American economy, he noted, has added manufacturing jobs for two years in a row, after more than a decade of losses.

The president did not offer details of the tax proposals, which presumably would be subject to approval by Congress, though he renewed his call on lawmakers to approve a one-year extension of the payroll tax cut that will expire at the end of February.

Mr. Obama said an increase in labor costs in China was eroding its advantage over the United States as a manufacturing base, a message the White House sought to buttress by circulating a research report from the Boston Consulting Group, a prominent management consulting organization. The president also said recent trade agreements with South Korea, Colombia and Panama would open markets for American exports.

Economists said small changes in tax policy would play only a marginal role in deciding where companies build factories. But with labor costs rising overseas, such changes could help reinforce a fledgling trend, they said. “There’s been a little bit of momentum on ‘insourcing’ because a lot of firms overdid it,” said Jared Bernstein, the former chief economic adviser to Vice President Joseph R. Biden Jr. “So it could help a bit at the margin.”

Mr. Obama cited examples from companies represented in the room: Ford Motor, which the president said had moved 2,000 jobs back to the United States; Master Lock, which relocated manufacturing to Milwaukee from China; and Lincolnton Furniture, a specialty manufacturer, which set up shop in North Carolina after its owner, Bruce Cochran, closed a family-owned furniture company in 1996 and spent time consulting with companies about moving operations to China and Vietnam.

“I don’t want America to be a nation that’s primarily known for financial speculation, and racking up debt and buying stuff from other nations,” the president said. “I want us to be known for making and selling products all over the world stamped with three proud words, ‘Made in America.’ ”

Mr. Obama’s message served as a riposte to the Republican front-runner, Mitt Romney, who repeated his charge Tuesday, in his speech after the New Hampshire primary, that the president was hostile to free enterprise.

One of the executives at the meeting, James M. Guyette of Rolls-Royce North America, said his company was making investments in Indiana, where it builds aircraft engines, and in Virginia, where it opened an advanced manufacturing and research campus last year that will eventually employ 500 people.

In an interview, Mr. Guyette said Rolls-Royce was not actually moving operations back to the United States. But he said it was pouring money into American operations, like a factory in Indianapolis that once had the company’s highest labor costs and lowest productivity. Negotiations with the United Automobile Workers union had cut those costs, he said, and made the factory competitive again. “Everyone could see where this road was going to end, if we didn’t do it differently,” he said.

Via | Nyt